segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Für Rosa

DER Tauben weißeste

Paul Celan, Mohn und Gedächtnis (Germany, 1952)

DER Tauben weißeste flog auf: ich darf dich lieben!
Im leisen Fenster schwankt die leise Tür.
Der stille Baum trat in die stille Stube.
Du bist so nah, als weiltest du nicht hier.

Aus meiner Hand nimmst du die große Blume:
sie ist nicht weiß, nicht rot, nicht blau – doch nimmst du sie.
Wo sie nie war, da wird sie immer bleiben.
Wir waren nie, so bleiben wir bei ihr.

4 comentários:

R disse...

era bom que alguém me traduzisse isto...

R disse...

era bom que alguém me traduzisse isto...

Shen Nong disse...

RE1: era bom que alguém me traduzisse isto...
Tranlation by
http://babelfish.altavista.com/
German --> English

The pigeons whitest
Paul Celan, Mohn and Gedaechtnis(Germany, 1952)
The pigeons whitest flew up: I may love you!
In the quiet window the quiet door varies.
The quiet tree stepped into the quiet room.
You are so close, as if you stayed not here.

From my hand you take the large flower:
it is not blue not white, not red, - nevertheless you take it.
Where it never was, since it will always remain.
We never were, then we remain with it.

Shen Nong disse...

RE2: era bom que alguém me traduzisse isto...
Tranlation by
http://babelfish.altavista.com/
English --> Portuguese

Os pombos o Paul o mais branco Celan, o Mohn e o Gedaechtnis(Germany, 1952)
os pombos os mais brancos voaram acima: Eu posso amá-lo!
Na janela quieta a porta quieta varia.
A árvore quieta pisou no quarto quieto.
Você é assim que próximo, como se você permaneceu não aqui.
De minha mão você faz exame da flor grande: não é nao branca azul, nao vermelho, - não obstante você faz exame d.
Onde nunca estava, desde que remanescerá sempre.
Nós nunca éramos, então nós remanescemos com ela.